Estados Unidos 1 x 4 Bélgica | Melhores momentos | Oitavas de final | Copa do Mundo 2026 Técnico da Bélgica, o francês Rudi Garcia afirmou em entrevista coletiva, após a goleada por 4 a 1 sobre os Estados Unidos, que não usou o polêmico caso do atacante Balogun como motivação para os seus jogadores. Apesar da expulsão anulada do jogador americano ter dominado o noticiário pré-jogo de todos os lados envolvidos, o treinador não levou o assunto para o vestiário: — Não, não era necessário. Independentemente da escalação inicial dos Estados Unidos, o que realmente importava para nós era o nosso plano de jogo.

Queríamos ser protagonistas. A equipe dos EUA é dinâmica, com muita energia, e quero parabenizá-la. Eles fizeram uma ótima Copa do Mundo, independentemente deste último jogo.

Voltando ao futebol dos EUA, a seleção mostrou uma ótima cara para o mundo quando se trata da fase de grupos e da segunda fase. O técnico deles (Mauricio Pochettino) é ótimo, então não estou surpreso com o desempenho que eles entregaram durante este torneio. Queríamos ser protagonistas, evitar a pressão e jogar mais à frente.

Jogamos com maestria, com vontade e dedicação. Estamos avançando. É uma ótima noite para nós e uma ótima classificação para as quartas de final" + Veja todos os confrontos do mata-mata da Copa do Mundo Comentaristas do Seleção Copa debatem caso Balogun Garcia conseguiu praticamente anular Balogun, que teve uma marcação especial de Nyong, em quase todo o jogo.

Apesar das críticas ao caso na véspera do jogo, o técnico saiu em defesa do atacante americano e revelou que o jogador o procurou para conversar no estádio em Seattle; Ele veio falar comigo, gostei muito disso. Não é culpa dele. Ele não é o culpado, e foi isso que eu disse a ele.

Eu realmente aprecio a intenção dele de ter vindo me ver, admiro este jogador" Balogun em Estados Unidos x Bélgica pelas oitavas de final da Copa do Mundo Albert Gea/Reuters Balogun é um dos principais jogadores dos Estados Unidos e tinha sido expulso contra a Bósnia e Herzegovina na segunda fase. Em tese, teria que cumprir a suspensão diante da Bélgica, mas o cartão vermelho foi suspenso em processo que teve envolvimento do presidente americano Donald Trump, que ligou para Gianni Infantino e pediu uma revisão. O presidente da Fifa, por sua vez, negou interferência na decisão do Comitê Disciplinar da Fifa.

Segundo reportagem do jornal The New York Times, Trump mencionou alegações de manipulação de resultados envolvendo o árbitro Raphael Claus – nunca comprovadas e sem qualquer evidência encontrada – ao defender a anulação do cartão vermelho. O chefe de arbitragem da Fifa saiu em defesa de Claus, que segue na Copa do Mundo. + Simulador: como será a caminhada de cada seleção no mata-mata?