Neste domingo (13), os suecos comparecem às urnas para eleições gerais que prometem ser acirradas. Após meses de campanha dominada por questões econômicas e imigração, a disputa agora se divide entre um bloco de esquerda e de centro e uma coalizão de centro-direita.

Contexto da campanha

A campanha foi marcada por um aumento nas desigualdades sociais e uma percepção de empobrecimento da população. O lema anti-imigração do Partido Democrata da Suécia (SD), apoiado pelo primeiro-ministro Ulf Kristersson, teve seu entusiasmo reduzido nos últimos meses.

O bloco de esquerda prometeu investir em saúde e educação, aumentando impostos sobre bancos e rendas altas, enquanto o bloco de direita foca em combate à criminalidade e imigração.