Aaron Zeeman, um cultivador de cânhamo na ilha de Hawai, documentou 144 rituais associados à era da proibição da maconha. Em entrevista, ele relata que, antes da legalização, as pessoas não apenas compravam a substância, mas também se encontravam em ambientes descontraídos, criando uma cultura ao redor do consumo.

Os Rituais que Perdem Lugar Primeiro

O livro de Zeeman, intitulado 'The Hemp Ritual Handbook', detalha práticas como encontrar um fornecedor, usar códigos telefônicos e armazenar a maconha em recipientes escondidos. Ele afirma que essas práticas desapareceriam com a legalização, já que não haveria mais necessidade de esconder a atividade.

Zeeman, que foi condenado em 2010 por um caso federal de maconha, diz que sua experiência pessoal mudou sua percepção dessas práticas. Ele destaca que a comunidade que defendia a maconha como sagrada pagou um preço real por isso.