Quando pensamos nas últimas décadas da vida, como gostaríamos de passá-las? Envolvidos em laços familiares, cercados de amor e cuidados?

Uma história de abandono e presença

Recentemente, conheci de perto a história de Dona Terezinha, uma mulher que criou dez filhos. Hoje, ela vive sozinha e os filhos não têm contato com ela. Recentemente, sofreu uma queda e precisou contar com a ajuda de uma vizinha.

Em uma visita, Dona Terezinha me contou que meu pai, Amilton Batista de Faria, havia ajudado em seu divórcio há muitos anos. Essa lembrança atravessou gerações e reafirmou a importância do vínculo familiar.

A responsabilidade com os idosos

A história de Dona Terezinha nos faz refletir sobre a responsabilidade que temos com aqueles que envelhecem ao nosso redor. Envelhecer não deve significar tornar-se invisível, nem para a família e nem para o estado.

Acredito que o poder público tem um papel fundamental nessa missão, fortalecendo políticas de proteção à pessoa idosa, ampliando redes de apoio e combatendo a violência e o abandono.