Tehran, Irã – Quatro anos após a morte de Mahsa 'Jina' Amini, uma jovem iraniana de 22 anos, a população reflete sobre os impactos dos protestos que se seguiram.

Amini foi detida pela polícia moral em setembro de 2022, acusada de não usar corretamente o véu obrigatório. Após ser levada a um centro de reeducação, ela caiu no chão e foi levada ao hospital, onde faleceu três dias depois.

A morte de Amini gerou protestos em todo o país, com manifestantes exigindo liberdades e igualdade. O movimento adotou a frase 'Mulher, Vida, Liberdade' como slogan.

A Amnesty International afirmou que autoridades iranianas cometem crimes contra a humanidade durante os protestos. Segundo relatos, pelo menos 550 pessoas foram mortas durante os protestos, incluindo crianças e mulheres.