Faltando menos de 20 dias para o primeiro turno das eleições, em 4 de outubro, lideranças do PT e do PL de Goiás ainda não desistem de tentar uma visita de seus líderes maiores, o presidente Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro, ambos candidatos a presidente, no estado durante a campanha.
Desafios para Lula
A situação mais difícil, conforme apurado pelo Jornal Opção, seria a do PT. Apesar da garantia da presidente estadual da legenda e candidata à reeleição, Adriana Accorsi, de que Lula virá a Goiás para o palanque de Luis Cesar Bueno, candidato ao Palácio das Esmeraldas, alguns petistas acreditam cada vez menos na possibilidade.
Entre os principais fatores que devem levar à ausência de Lula em Goiás nesta campanha estariam o baixo desempenho do candidato petista ao governo estadual, que continua estagnado em quarto lugar na maioria das pesquisas, e também a concentração de esforços do próprio Lula para reverter a desaprovação e se manter na liderança dos levantamentos de intenção de voto, sobretudo na atual conjuntura de crise no Supremo Tribunal Federal (STF).
Bolsonaristas apostam em Flávio
Já bolsonaristas acreditam mais na possibilidade de terem Flávio Bolsonaro em solo goiano ainda durante a campanha. O PL é representado na corrida ao Palácio das Esmeraldas pelo senador Wilder Morais, que na última pesquisa Quaest de intenção de voto figurou em terceiro lugar.
Conforme apurado pela reportagem, há uma movimentação para tentar trazer Flávio no próximo domingo, dia 20 de setembro. “Estamos tentando um espaço na agenda dele, que está muito apertada”, disse uma fonte do PL goiano.
O interlocutor, no entanto, admitiu que a prioridade do filho “01” de Bolsonaro está em outros estados, considerados colégios eleitorais determinantes para as eleições, como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia.
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