A indústria brasileira de alimentação animal produziu cerca de 45,2 milhões de toneladas no primeiro semestre de 2026, alta de 4,2% frente às 43,3 milhões de toneladas registradas no mesmo período de 2025, informou o Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações).
Avicultura e suinocultura lideram crescimento
A produção de rações para frangos de corte somou 19,9 milhões de toneladas no semestre, avanço de 5,3% sobre as 18,9 milhões de toneladas de um ano antes. Na suinocultura, a fabricação de rações subiu 5,4%, de 10,6 milhões para 11,2 milhões de toneladas, favorecida pelo aumento de 10% nas exportações de carne suína.
Nas demais atividades, a avicultura de postura cresceu 1%, para cerca de 3,8 milhões de toneladas. A bovinocultura de corte registrou aumento de 110 mil toneladas, para 2,86 milhões de toneladas. A bovinocultura de leite avançou 1,8%, para 3,8 milhões de toneladas. A aquicultura registrou alta de 5,4%, para 940 mil toneladas, enquanto o setor de alimentos para cães e gatos superou 2 milhões de toneladas, com crescimento de 1%. Para equinos, a produção somou cerca de 470 mil toneladas.
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