A Polícia Federal (PF) identificou fortes indícios de irregularidades na transferência de R$ 7,15 bilhões em créditos da empresa Tirreno Consultoria Promotoria de Créditos e Participações ao Banco Master em 2024 e 2025.

Padrões incompatíveis e artificialidade

No laudo, a PF afirma que a Tirreno não tinha capacidade compatível para a originação dos créditos e identificou indícios de artificialidade nos registros analisados, como padrões recorrentes e incomuns de distribuição de valores, replicação de contratos e concentração de atributos.

A empresa, que originalmente se chamava SX 016 Empreendimentos e Participações e depois teve seu nome alterado para Tirreno, foi criada em novembro de 2024, um mês antes da primeira transferência de créditos ao Master, no valor de cerca de R$ 280 milhões.