O Instituto de Criminalística de São Paulo recusou o recebimento de pelo menos 18 aparelhos eletrônicos enviados para perícia no âmbito da investigação do caso Dark Horse. Os materiais, compreendendo 4 pen drives, 5 celulares e 9 notebooks, apresentavam falhas na lacração que poderiam permitir o acesso aos equipamentos sem o rompimento dos lacres.

Lacres permitiam acesso aos aparelhos

Outro documento, intitulado ‘Termo de recusa de recebimento – insuficiência de lacração do invólucro’, aponta uma falha no fechamento de uma das embalagens plásticas. De acordo com a perícia, embora o lacre numérico de segurança estivesse fechado e apresentasse numeração preservada, o invólucro havia sido dobrado de maneira que permitia o acesso à peça sem a necessidade de romper o lacre.

Embalagens foram refeitas

Após a recusa, os objetos foram devolvidos para que as embalagens fossem readequadas antes de um novo envio ao Instituto de Criminalística. Certidão assinada pelo escrivão de polícia Mauro Sergio Gagliotti, em 8 de junho de 2026, registra que foi necessária a readequação dos invólucros e a colocação de novos lacres para preservar a integridade dos objetos e garantir a manutenção da cadeia de custódia.