Uma pesquisa Quaest publicada no mês passado mostrou que sete em cada dez brasileiros acreditam que a violência aumentou muito e que dois em cada três acham que os criminosos estão sendo menos punidos. São dados que explicam por que o tema da segurança pública é um dos mais presentes na campanha eleitoral – e mais ainda nos últimos dias. Na semana passada, o Senado discutiu em plenário a PEC da Segurança Pública e o presidente Lula (PT), em entrevista à TV Globo, afirmou pela primeira vez ser favorável à redução da maioridade penal – pauta também defendida pela oposição, mas com propostas diferentes.
A entrevista de Flávio Bolsonaro (PL) colocou outro elemento em debate na arena pública: um projeto de lei que prevê o fim da identificação de munições. Convidado: Roberto Uchôa, pesquisador na Universidade de Coimbra e associado sênior do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, ex-policial federal e civil no Rio de Janeiro. O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti, Stéphanie Nascimento, Marco Antônio Martins e Thomé Granemann.
Na apresentação: Natuza Nery. Munições adquiridas por civis podem ser desviadas ou vendidas para criminosos O que você precisa saber: DATAFOLHA: Violência, saúde e economia lideram preocupações dos eleitores; FANTÁSTICO: Pesquisa inédita encontrou munições compradas pelo Exército em apreensões ligadas ao Comando Vermelho; Polícias dos estados ignoram ou negam 71% dos pedidos de informação sobre armas de fogo, indica estudo; 'Banco de DNA' das balas auxilia polícia em 9 mil investigações; veja como funciona; UCHOA: 'Sem limpar o Estado, não há combate ao crime'; VÍDEO: Flávio Bolsonaro responde sobre armamento; Sete em cada dez homicídios no Brasil foram cometidos com arma de fogo em 2024, diz Atlas da Violência; 1 assassinato a cada 16 minutos: 77% das vítimas de homicídio no Brasil são pessoas negras, diz Atlas da Violência.
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