Pessoas em busca de parentes desaparecidos e moradores da região aguardam enquanto militares formam um cordão de segurança após as explosões que deixaram mortos e feridos no Regimento de Artilharia Mecanizada "Bolívar", em Viacha, Bolívia REUTERS/Claudia Morales A Prefeitura de Viacha, no oeste da Bolívia, decretou três dias de luto após explosões em uma instalação militar, na sexta-feira (5), deixarem pelo menos dois mortos e 81 feridos. Dois dos feridos estão em estado grave. A tragédia ocorreu por volta das 14h30 locais (15h30 em Brasília), no Regimento de Artilharia Mecanizada Bolívar, em Viacha, cidade de cerca de 100 mil habitantes localizada a aproximadamente 30 quilômetros de La Paz.

🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 As primeiras imagens divulgadas pela mídia local mostram janelas quebradas, destroços e uma espessa coluna de fumaça preta sobre a cidade. “Até agora temos duas pessoas confirmadas como mortas e sete dadas como desaparecidas”, disse o ministro da Defesa, Ernesto Justiniano, em entrevista coletiva.

Ele também informou que há 81 feridos, dois deles em estado grave. Os mortos e os desaparecidos eram militares que serviam na instalação, informou o ministério em comunicado. Um relatório anterior da polícia registrava duas mortes, sete desaparecidos e 59 feridos, dos quais pelo menos 52 eram civis.

Segundo o ministro da Defesa, os feridos foram atendidos em diversos centros médicos de Viacha.