Nova York - Em um momento crucial para a indústria da cannabis medicinal, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sancionou uma lei que adia a proibição de produtos THC do cânhamo, empurrando a data de implementação para dezembro. Esta medida foi aprovada pelo Congresso após uma votação no Senado, e apesar de resistência de alguns republicanos, ela passou com uma margem estreita.

A decisão do Supremo de Nebraska também é significativa, pois rejeitou um desafio judicial contra as leis médicas aprovadas pelos cidadãos do estado em 2024. Esta vitória judicial confirma a validade das leis aprovadas pelos eleitores, fortalecendo a posição dos defensores da cannabis medicinal.

Política federal nos EUA

O presidente Trump sancionou uma lei que adia a proibição de produtos THC do cânhamo, empurrando a data de implementação para dezembro. A decisão foi tomada após a aprovação no Senado e apesar de uma tentativa de impedimento por parte de alguns republicanos, que usaram uma regra procedural para bloquear a medida. A lei afeta principalmente produtos derivados de cânhamo intoxicantes, incluindo delta-8 e altos níveis de THC-A, enquanto a proibição de substâncias sintéticas continua conforme planejado.

Supremo de Nebraska

O Supremo de Nebraska rejeitou um desafio judicial contra as leis médicas aprovadas pelos cidadãos do estado em 2024. Esta decisão confirma a validade das leis aprovadas pelos eleitores, reforçando a resistência dos defensores da cannabis medicinal contra oposição institucional.