Corregedor do TSE libera canal 'Exército do Lula' e suspende decisão de Nunes Marques A nova tensão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) será resolvida no local certo, o plenário da Corte. A expectativa é que ainda nesta semana o presidente do tribunal, Kassio Nunes Marques, leve ao plenário o pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) para derrubar o canal Exército do Lula, no WhatsApp. O canal organizado pelo deputado André Janones (Rede-MG) conta atualmente com mais de 3,7 milhões de integrantes.
A decisão do presidente do TSE, de mandar retirar do ar o canal Exército do Lula, gerou questionamentos dentro do próprio tribunal. Segundo alguns ministros, Nunes Marques não poderia ter tomado a decisão num processo administrativo. A questão é judicial e estava com o corregedor-eleitoral, ministro Villas Bôas Cuevas.
Tanto que o corregedor acabou derrubando a decisão do próprio presidente do TSE, algo não muito comum. 'Tropa de Flávio Bolsonaro' e 'Exército de Lula' mobilizam eleitores nas redes para atrair votos A campanha do candidato do PL acusou o canal de disseminar notícias falsas contra Flávio Bolsonaro. Inicialmente, o corregedor Villas Bôas Cuevas deu prazo para que a campanha de Lula se explicasse e determinou que a área técnica do tribunal analisasse o conteúdo das mensagens trocadas no Exército do Lula.
A área jurídica da campanha do PL então acionou o presidente do TSE por meio de um processo administrativo. Nunes Marques acabou dando uma decisão favorável ao candidato do PL.
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