O motorista de aplicativo Carlos Coutinho, conhecido por compartilhar nas redes sociais situações inusitadas durante as corridas, se tornou o centro de uma polêmica após publicar um vídeo que reúne abordagens feitas por passageiras em Goiânia. A gravação, que viralizou rapidamente, mostra mulheres interagindo com o profissional, algumas delas fazendo sugestões de pagamento não convencionais.

Proposta inusitada durante a corrida

No vídeo, que apresenta rostos censurados, uma das passageiras sugere um pagamento alternativo, afirmando: “Eu te dou uma mamada”. Em outra cena, uma cliente menciona que elas teriam que “pagar de outro jeito”. As interações foram capturadas durante corridas em que Coutinho transportava cinco passageiras. Em uma das abordagens, uma mulher diz: “Cê mora por aqui, gatinho? Eu atravessaria o mundo pra te ver”.

Carlos utilizou a legenda do vídeo para levantar uma questão: “E se fosse o contrário?”, o que gerou uma ampla discussão nas redes sociais sobre a dinâmica entre motoristas e passageiros.

Repercussão e pedido de retirada do vídeo

A repercussão da publicação foi intensa, mas um novo desdobramento ocorreu quando uma das mulheres presentes nas imagens entrou em contato com o motorista. Segundo Carlos, ela alegou que não havia autorizado a divulgação do conteúdo e pediu a remoção do vídeo. Apesar de o rosto dela estar censurado, a passageira expressou preocupação de que pudesse ser reconhecida, especialmente por ser casada, e temia os impactos que a publicação poderia ter em sua vida pessoal.

Em resposta ao pedido, Carlos compartilhou suas reflexões nas redes sociais. “Será que sou eu o errado, que estava ali trabalhando? Ou ela, que é uma mulher comprometida e diz que vai fazer esse tipo de coisa com o Uber?”, questionou. A situação gerou debates sobre os limites do que pode ser considerado aceitável em interações entre motoristas e passageiras.

Desdobramentos e possíveis consequências

Após o contato da passageira, Carlos revelou que a situação teve outros desdobramentos. “Muita gente está me perguntando o que aconteceu, se ela vai realmente me processar, se o marido dela descobriu”, relatou. Ele afirmou que alguns seguidores sugeriram uma vaquinha para ajudá-lo caso fosse necessário enfrentar um processo judicial. “Tomara que não precise. Depois que ela me mandou mensagem, muita coisa aconteceu. Teve ligação e eu só não posto os prints porque isso pode me prejudicar”, explicou.

O motorista também admitiu que considerou a possibilidade de apagar o vídeo, reconhecendo que ele viralizou de uma forma inesperada. “Até pensei em apagar o vídeo. O vídeo viralizou de uma forma que eu nem imaginava”, concluiu.