Três anos após um terremoto devastador em setembro de 2023 na região de Al Haouz, Marrocos, as vidas dos moradores continuam marcadas pela recuperação lenta.

No vilarejo de Ighermane, Mohamed Ait Belaid, de 72 anos, se sente satisfeito com sua situação atual. Ele vive em uma nova casa, construída com ajuda do estado e seu próprio dinheiro, após ter vivido por três anos em um acampamento.

Em contraste, Larbi Ait Jelloulat, outro sobrevivente, vive em ruínas em Azgour. Ele reclama da falta de assistência e da burocracia que o impediu de receber ajuda.

A diferença nas taxas de reconstrução entre Ighermane e Azgour reflete a variação na assistência recebida pelos moradores. Enquanto Ighermane avançou rapidamente, Azgour enfrenta mais dificuldades.

A reconstrução em áreas remotas das montanhas é particularmente desafiadora, conforme relatado pelo Agente de Desenvolvimento Alto Atlas (ADHA).