Mario Frias (PL-SP), deputado federal, afirmou que o patrocínio do Banco Master ao filme ‘Dark Horse’, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), não configura crime. Em vídeo publicado no sábado, Frias argumentou que seria necessário haver uma contrapartida ou promessa de ato de ofício para que o repasse pudesse ser considerado irregular.

‘Patrocínio privado, por si só, não é crime. Para existir uma irregularidade, teria que haver alguma coisa a mais: uma promessa de ato de ofício, algum benefício oferecido em troca daquele dinheiro’, afirmou.

CONVERSAS ENTRE BOLSONARO E VORCARO

Frias disse não haver indicação de que o senador Flávio Bolsonaro tenha oferecido algum ato de ofício a Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. As conversas tinham como objetivo o financiamento do filme, segundo o deputado.

‘Não há indicação de que Flávio Bolsonaro tenha oferecido qualquer ato de ofício a Daniel Vorcaro. Não há pedido de projeto de lei, por exemplo, não há promessa de benefício’, afirmou.