O Grupo Marabraz pediu à Justiça de São Paulo proteção de 180 dias contra cobranças de credores. A varejista também busca a manutenção de serviços essenciais, como fornecimento de água, energia, internet e telefone. O pedido foi protocolado em emenda à petição de recuperação judicial apresentada em 15 de agosto de 2026.

Serviços essenciais

A Marabraz listou na petição fornecedores considerados 'indispensáveis ao funcionamento de suas lojas e demais estruturas necessárias à continuidade da operação'. A Redecard, uma das empresas incluídas no pedido, contestou o enquadramento, afirmando que seu contrato foi rescindido por inadimplemento e que seus serviços não integram a cadeia produtiva do grupo.

Entenda o caso

O pedido de recuperação judicial da rede de móveis e eletrodomésticos envolve um passivo de R$ 140,188 milhões, reunindo cinco empresas ligadas à operação da rede. As lojas permanecem abertas e a Marabraz afirma que sua atividade comercial continua viável, buscando reorganizar as dívidas e assegurar a continuidade dos negócios.