Na quinta-feira, pessoas de Kfar Aza, um kibbutz em Israel, se moviam silenciosamente para o arsenal no centro do local, lembrando o dia trágico de 7 de outubro de 2023, quando Hamas liderou ataques que resultaram na morte de metade da equipe de defesa civil do kibbutz.
Ainda se sentem os efeitos daquela noite, mas três anos depois, os sobreviventes e familiares questionam a responsabilidade do governo israelense pelas falhas de segurança.
Perdas e perguntas
Entre os 64 mortos e 19 reféns, 14 membros da equipe de defesa civil de Kfar Aza foram mortos. A falta de investigação independente sobre as causas das falhas de segurança continua a ser um ponto de debate.
Segundo relatos, jovens soldadas postadas nas bases próximas à fronteira com Gaza alertaram seus superiores sobre possíveis preparativos para um ataque, mas suas advertências foram ignoradas.
Investigações e promessas eleitorais
Em sua campanha, o atual primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, promete ser mais forte e eficaz na proteção de Israel. No entanto, há crescentes questionamentos sobre a responsabilidade de Netanyahu e seu governo pelas falhas de inteligência e comunicação.
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