Em Guainía, uma região remota no Brasil, pesquisadores encontraram cerca de 120 espécies de libélulas, dobrando o número conhecido de espécies na área. Isso ocorreu através de uma colaboração entre cientistas e comunidades indígenas.

Desafios e soluções

A pesquisa não se limitou apenas à identificação das espécies. Os cientistas também realizaram workshops para compartilhar seus achados com as comunidades locais. No entanto, eles encontraram um desafio: a linguagem científica era desconhecida para muitos habitantes, que tinham seu próprio vocabulário para descrever a natureza.

Comunitários de todas as idades participaram, desde crianças até idosos que mantinham conhecimentos ancestrais. Ao ver as libélulas ao redor de poças d'água, rios e riachos, os participantes tentaram identificá-las usando suas próprias línguas.