No que se refere às demissões na Jaguar Land Rover (JLR), o governo britânico sinalizou que não investirá dinheiro público para evitar essas medidas.

Em conversa com jornalistas, o secretário do Comércio, Jonathan Reynolds, afirmou que não é seu papel 'intervir e gerir empresas'. A empresa, pertencente ao conglomerado indiano Tata Motors, já informou aos funcionários que haverá um programa de demissões voluntárias.

A previsão é que mais detalhes sobre as demissões sejam divulgados nesta segunda-feira, possivelmente incluindo a possibilidade de demissões obrigatórias.

As demissões representam cerca de 12% do quadro de 34.000 funcionários da JLR no Reino Unido, ameaçando o plano de 'reindustrialização' do país.

O ministro indicou que o governo não fornecerá ajuda financeira para proteger empregos, mas pode considerar outras formas de apoio à indústria automotiva, como reduzir metas de vendas de veículos elétricos.

Unions pressionarão durante reuniões programadas para esta semana, buscando alternativas como requalificação profissional em vez de demissões obrigatórias.