O episódio começou longe de Brasília, mas rapidamente chegou ao centro da família Bolsonaro O senador licenciado Eduardo Girão (Novo-CE), candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema (Novo), afirmou à Folha Z e sites coirmãos, nesta 3ª feira, 18, que a última crise entre Michelle Bolsonaro (PL-DF) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ultrapassou a disputa política no Ceará. Atenção: Ao copiar material produzido pela Folha Z , favor citar os créditos ao site. Bom jornalismo dá trabalho!

Girão era pré-candidato ao Governo do Estado e tinha o apoio de Michelle. Segundo ele, o conflito foi provocado pelo acordo do PL Ceará com Ciro Gomes (PSDB). Girão contava com o apoio de Michelle Bolsonaro para a disputa ao governo.

Entretanto, o cenário foi alterado após o PL deixar sua base para apoiar o ex-ministro da Fazenda e candidato ao governo, Ciro Gomes (PSDB), com a indicação do deputado estadual Pastor Alcides Fernandes (PL-CE). Eduardo Girão nega ter sido pivô da crise entre Michelle e Flávio Em entrevista, Girão negou ter sido o pivô da crise entre Michelle e Flávio Bolsonaro após a entrada do PL na base de Ciro Gomes. Segundo o senador, o episódio ganhou proporção porque Michelle Bolsonaro cobrou coerência dos líderes do PL no Ceará.

“Ela cobrou coerência do PL Ceará. Diferente do PL Nacional, os líderes estaduais fizeram acordão, indecoroso, com o Ciro Gomes, que é esquerda e sempre esteve ao lado do presidente Lula”, disse. Senador critica acordo do PL com Ciro Gomes Além disso, Girão criticou a aliança firmada entre o PL e o PSDB no Ceará.