A empresa que gerencia os negócios de Dolly Parton acusa seu sobrinho, Bryan Seaver, de 'ameaças, intimidar e coagir', revelando uma controvérsia sobre o legado e interesses empresariais da cantora falecida.
Contexto
Bryan Seaver, que era o chefe de segurança de Parton e escolhido para anunciar sua morte recentemente, foi demitido pela empresa She's Alive, que administra os negócios e propriedades da cantora. As acusações foram feitas em documentos judiciais nos Estados Unidos.
Segundo a empresa, Seaver conduziu uma campanha de ameaças 'obscena, deliberada e escalada', afirmando que iria destruir o império da cantora se o testamento não pagasse a ele. No entanto, Seaver nega as acusações.
Detalhes das acusações
Os documentos judiciais citam conversas em que Seaver supostamente ameaçou destruir a marca de Parton. Em uma mensagem, ele teria dito: 'Vou ser a mão de vingança para minha família inteira'. Outra mensagem afirmou: 'Vou montar um podcast para destruir os parceiros de negócios de Dolly e contar as violações que eles fizeram conosco. Será ótimo. Ou [palavra censurada] paga-me'.
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