A França anunciou um aumento de mais de 2.000 mortes durante a última semana de uma onda de calor recorde que atingiu a Europa em junho. As autoridades de saúde do país indicaram que as temperaturas extremas podem retornar em breve, aumentando as preocupações sobre a saúde pública.
Segundo a ministra da Saúde da França, Stéphanie Rist, as mortes aumentaram em 29% na última semana de junho em comparação à semana anterior, com um crescimento notável entre pessoas com mais de 45 anos. O dia mais quente da história do país foi registrado em 24 de junho, quando as temperaturas chegaram a quase 41°C em Paris, levando metade da nação a ser colocada sob alerta vermelho de calor.
Impactos do calor extremo na Europa
A notícia do aumento do número de mortes ocorre em um momento em que diversas regiões da Europa, incluindo o Reino Unido, se preparam para novas ondas de calor a partir deste fim de semana. O serviço de meteorologia da BBC prevê que uma grande área de alta pressão se formará a partir dos Açores, elevando as temperaturas na França e no sul da Grã-Bretanha.
Além da França, a Bélgica também enfrentou um aumento significativo de óbitos durante a onda de calor, com 1.222 mortes registradas, representando um aumento de 39% em relação ao normal. Quase metade desses falecimentos envolveu pessoas com 85 anos ou mais, de acordo com o ministério da Saúde belga, que classificou a situação como
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