• Distorceu prazo e valores Daniel Vilela, candidato ao governo do estado de Goiás, deu informações distorcidas ao responder o ex-governador Marconi Perillo no debate da PUC TV no domingo (30), ao apresentar R$ 500 milhões como obrigação da Construcap e afirmar que a concessão dura 30 anos. Os documentos oficiais fixam prazo de 35 anos e investimento obrigatório mínimo de R$ 215 milhões, além de cerca de R$ 45 milhões em aportes eletivos. O contrato público não impõe R$ 500 milhões.
• Histórico de desmandos, do abandono à venda No início do governo Caiado, em 2019, o Serra Dourada não atendia às exigências da CBF para a Série A. O Goiás Esporte Clube teve que bancar cerca de R$ 800 mil em melhorias, para que tivesse jogos no estádio. • Fechado por 885 dias No ano seguinte o governo não se interessou em trocar a iluminação e os clubes resolveram investir em suas próprias praças e o Serra ficou 2 anos, 5 meses e 3 dias sem partidas oficiais.
Reabriu em 11 de maio de 2022. • Governo bancou reformas enquanto preparava “venda” do estádio A reforma dos banheiros, contratada em abril de 2022, foi entregue em 25 de fevereiro de 2023 por R$ 2,7 milhões. Em 28 de julho, o governo lançou um chamamento público para preparar a concessão.
Em 24 de agosto, com os estudos em andamento, publicou a licitação da iluminação. O novo sistema custou R$ 13,6 milhões e estreou em 2 de fevereiro de 2025. Iluminação e banheiros custaram R$ 16,3 milhões ao Estado.
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