Celso de Mello afirma que legitimidade presidencial não se obtém por autoproclamação
O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello reagiu nesta quarta-feira (28) à carta divulgada pelo candidato derrotado nas eleições presidenciais, senador Flávio Bolsonaro (PL), afirmando que 'ninguém adquire um mandato presidencial por autoproclamação'.
Segundo o ministro aposentado, na democracia, o mandato decorre da soberania popular e 'ninguém pode converter a própria inconformidade com a derrota em título de investidura no poder'.
Carta de Flávio Bolsonaro
No documento, divulgado após fugir do Brasil para os Estados Unidos, Flávio Bolsonaro declarou não reconhecer o resultado das urnas e acusou suposta fraude eleitoral.
As alegações, divulgadas sem apresentação de provas, contrariam a postura do PL, partido de Flávio Bolsonaro, e contrastam com a confirmação da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Silas Malafaia chamou os filhos de Jair Bolsonaro de 'jumentos' após a divulgação de uma carta contestando a eleição.
Redação FATÍVIA
·há 30 min
·1 min
Canadá e União Europeia decidiram abandonar a ideia de associação, focando em outros mecanismos para melhorar suas relações.
Redação FATÍVIA
·há 36 min
·1 min
O governo de Goiás apresentou nesta quarta-feira, 28, a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027, com um orçamento total...
Redação FATÍVIA
·há 42 min
·1 min
Deputados argentinos exigem explicações sobre a viagem do senador Flávio Bolsonaro e pedem reconhecimento da vitória de Lula.
Redação FATÍVIA
·há 46 min
·1 min
A cannabis medicinal tem sido objeto de discussões recentes. Entenda os usos terapêuticos, a segurança e a...
Redação FATÍVIA
·agora
·1 min
Pesquisadores examinam os benefícios e limitações da cannabis medicinal no tratamento de doenças psiquiátricas.
Redação FATÍVIA
·há 1 min
·1 min
Uma vulnerabilidade grave foi identificada no código-fonte aberto TianoCore EDK II, usado por quase todos os...
Redação FATÍVIA
·há 2 min
·1 min
Negociações entre países do Oriente Médio não devem reduzir os altos preços do petróleo nos próximos meses.
Redação FATÍVIA
·há 3 min
·1 min
Comentários (0)
Entre ou cadastre-se para comentar.