O ex-presidente do Paraguai, Santiago Peña, foi acusado por procuradores do país devido a sua suposta participação em um escândalo bancário que levou à sua destituição.

Peña, que nega qualquer irregularidade, foi acusado de desvio de fundos e manipulação de supervisão regulatória. Ele foi forçado a deixar o cargo após a falência da Ueno Bank, que tinha conexões com seus interesses privados.

A falência da Ueno Bank deixou mais de metade da população paraguaia sem acesso aos seus depósitos. Protestos eclodiram em todo o país, com milhares de pessoas nas ruas exigindo o ressarcimento de suas economias.

Peña foi destituído pelos senadores com 44 votos a favor, enquanto seu vice, Pedro Alliana, assumiu a presidência interina.