A evacuação de Oleshky, uma cidade ucraniana ocupada pela Rússia, está em andamento, conforme confirmaram autoridades russas e ucranianas. Uma trégua, negociada pela primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, entrou em vigor nesta semana, permitindo a deminação da estrada para fora da cidade.
Um total de 750 pessoas foram capazes de sair da cidade durante um período de quatro horas, utilizando um comboio de 25 ônibus. No entanto, cerca de 300 pessoas optaram por permanecer, apesar das condições difíceis.
Cooperação entre autoridades
O diretor-geral dos Direitos Humanos da Ucrânia, Dmytro Lubinets, e seu homólogo russo, Yana Lantratova, viajaram juntos para Oleshky, iniciando o percurso desde Armiansk, na península de Crimea ocupada.
Lubinets, o primeiro funcionário ucraniano a visitar áreas ocupadas desde o início da guerra, também será o primeiro a retornar à Ucrânia acompanhando os refugiados.
A cooperação entre as duas autoridades foi essencial para garantir a segurança dos civis durante a evacuação.
Motivos para permanecer
Muitos moradores decidiram ficar devido à falta de infraestrutura básica, como gás, eletricidade e água corrente. Outros, especialmente da geração mais velha, preferem permanecer devido à ligação familiar.
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