Entre Dois Mundos: a diplomacia panda em meio à corrida tecnológica Reprodução Dois países estão em meio a uma corrida histórica. Quem vai chegar primeiro numa inteligência artificial que seja superior a todos nós, em todos os sentidos? Especialistas comparam a corrida à época da Guerra Fria, à corrida espacial e à bomba atômica.
Em maio deste ano, Xi Jinping e Donald Trump se encontraram na China. Foi a primeira visita de um presidente americano em quase uma década. Os dois queriam demonstrar estabilidade.
Mas ninguém saiu de lá dizendo que a rivalidade tinha acabado. O presidente americano levou a Pequim os mesmos bilionários que, nesta semana, estavam sentados à mesa de jantar com Xi Jinping em Washington. Mas, mais uma vez, nesse convescote de gala, não saiu nenhum acordo sobre o que os superpoderosos planejam fazer se esses robôs resolverem se voltar contra a gente.
O grande anúncio da semana parece até brincadeira, mas virou manchete mundial: a chegada de dois novos diplomatas aos Estados Unidos, chamados Ping Ping e Fu Shuang — um casal de pandas gigantes. Sobre a chegada dos animais, Xi Jinping destacou: “O panda gigante é um mensageiro da amizade entre chineses e americanos.” Por isso, vale a pena entender o que está em jogo quando a China tira da manga a carta da Diplomacia Panda. A história começou antes de o Partido Comunista chegar ao poder.
O governo de Chiang Kai-shek deu dois pandas para o Zoológico do Bronx, em Nova York, em agradecimento pela ajuda americana na Guerra do Japão.
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