Após a derrota dolorosa para a Argentina na semifinal da Copa do Mundo, que marcou 60 anos de frustrações para a seleção inglesa, o processo de recuperação começou rapidamente. O técnico Thomas Tuchel teve a chance de reestruturar sua equipe durante o período de pausa internacional e os quatro jogos da Liga das Nações.
Um quarteto ofensivo imbatível
A presença incontornável de Harry Kane, ainda em sua melhor forma aos 33 anos, foi a estrela da vitória por 3-0 sobre a República Tcheca, igualando o recorde de Peter Shilton de 125 aparições pela seleção inglesa. Kane agora é o maior artilheiro da história da seleção, com 91 gols, superando Wayne Rooney.
Com Kane ainda em seu auge, o técnico Tuchel agora dirige um quarteto ofensivo que pode ameaçar qualquer equipe no mundo. Além de Kane, destaque para Anthony Gordon, que mostrou seu talento criativo e velocidade, Bukayo Saka, que parece rejuvenescido após o Mundial, e Jude Bellingham, considerado o jogador do ano da Inglaterra.
Força no meio-campo
Outra área positiva foi a emergência de Alex Scott, que se destacou em sua estreia na vitória por 7-0 contra a Croácia. Scott, de 23 anos, entrou na equipe com poderoso passe, variedade de passes e energia, demonstrando que tem potencial para ser uma peça importante no futuro.
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