DEA afirma que decisão de Trump sobre cannabis medicinal não foi prejudicada

A Agência de Administração de Drogas dos Estados Unidos (DEA, sigla em inglês) afirmou nesta semana que a decisão de reclassificar a cannabis medicinal, tomada pelo ex-presidente Donald Trump, não foi prejudicada pelo relatório da agência de controle governamental que identificou falhas no processo.

O relatório, divulgado recentemente, apontou 'gaps' no processo de reclassificação da substância, levantando questionamentos sobre a validade da decisão.

Relatório da agência de controle governamental

O documento, elaborado pela agência de controle governamental, destacou falhas no processo de reclassificação da cannabis medicinal, que foi movida pelo então presidente Trump em 2019.

De acordo com o relatório, foram identificados pontos fracos no processo que podem ter impactado a validade da decisão.

Decisão da DEA

No entanto, a DEA rejeitou as críticas e afirmou que a decisão de reclassificar a cannabis medicinal não foi afetada pelas falhas apontadas no relatório.