O Conselho Federal de Medicina (CFM) alterou recentemente sua resolução que orienta os médicos sobre o uso de canabidiol (CBD), uma substância encontrada na cannabis medicinal. Esta mudança, segundo especialistas, representa um retrocesso no campo da medicina, limitando as indicações terapêuticas.

Alteração na resolução

A resolução anterior permitia que médicos prescrevessem CBD para diversos casos, incluindo doenças como epilepsia refratária e síndrome do espectro autista. No entanto, a nova versão da resolução estreita as indicações, permitindo apenas o uso para tratamento de epilepsia refratária e outras condições específicas.

Especialistas veem retrocesso

Especialistas em cannabis medicinal têm criticado a mudança, argumentando que ela pode prejudicar a capacidade dos médicos de oferecer tratamentos adequados aos pacientes. De acordo com esses profissionais, a restrição nas indicações pode limitar a efetividade do CBD em outros casos de saúde mental e neurologia.