Nepal enfrenta a identificação de centenas de vítimas após desastres naturais recentes, com mais de 1.270 mortes e 4.700 pessoas ainda desaparecidas. Autoridades estão utilizando testes de DNA para ajudar no processo.

A identificação por DNA é essencial quando corpos estão em estado avançado de decomposição ou mutilados, dificultando a identificação visual. Segundo especialistas, mesmo após longo período submersos, material genético pode ser extraído de ossos e tecidos.

O processo envolve coleta de amostras de sangue ou tecidos dos parentes mais próximos das vítimas desaparecidas. Essas amostras são comparadas com os restos mortais encontrados nos desastres.

A identificação é feita seguindo o protocolo global da Interpol, que inclui exames detalhados dos restos mortais para recolher dados biometriais.