Remada viking da torcida norueguesa viraliza e conquista o mundo Muito além das grandes atuações de Erling Haaland e companhia, a seleção da Noruega deixou sua marca no retorno à Copa de 2026 antes mesmo da abertura. Desde o início da competição, a torcida norueguesa espalhou pelos três países-sede (EUA, Canadá e México) a "remada viking" e contagiou o mundo inteiro. A celebração coreografada nasceu com o professor de ensino fundamental Ole Frøystad, também conhecido como Senhor Row Row.

🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google + Confira a tabela completa da Copa do Mundo A "remada viking" não é novidade desta Copa do Mundo, segundo contou o Senhor Row Row. — Tudo começou há muitos anos, quando o Rosenborg [time de futebol da Noruega] jogava em casa. Eles têm um cântico em que dividem o Rosenborg em três sílabas Ro-sen-borg.

Quando ouvi pela primeira vez, fiquei completamente surpreso com a pressão que o "Ro" exercia sobre o Estádio Lerkendal. Pensei: "Meu Deus, isso foi muito forte" — contou ao site norueguês VG. Torcida da Noruega faz a remada viking na Times Square, em Nova York REUTERS/John Sibley Quando a Noruega alcançou a classificação para a Copa do Mundo, Ole Frøystad desenvolveu um projeto de revolucionar a torcida norueguesa.

Ele pensou em diversas letras de música para transformar em cânticos de torcida, mas nada o animou tanto quanto o som de uma palavra combinada com o gesto da remada. O professor levou todas as ideias para a associação de torcedores da seleção da Noruega e a "remada viking" foi a grande eleita para se tornar a marca do país na Copa do Mundo. E funcionou.

Desde o início do Mundial, o Senhor Row Row ganhou mais de 50 mil seguidores e até adiou seu retorno ao país escandinavo para curtir mais a competição in loco. Um dos momentos mais especiais, segundo Ole Frøystad, foi quando os jogadores da seleção se reuniram à torcida para celebrar a vitória sobre Senegal por 3 a 2, que selou a classificação do time para a fase mata-mata, com a já famosa coreografia. Initial plugin text — Foi um dia foi mais louco que o outro.

A Times Square e o que aconteceu lá foi a coisa mais louca que já vivi. E depois teve o jogo contra o Senegal no MetLife Stadium. Quando a seleção se sentou lá e remou com a gente, foi a cereja do bolo para mim.

Há quem diga que a Islândia já fazia essa coreografia. O Senhor Row Row não se aflige com a possível rivalidade e diz que os países são amigos, ambos têm a tradição viking enraizada, mas pontuou algumas diferenças: — Eles ficam em pé, batem palmas e dizem "Oh", um som completamente diferente. Nós sentamos, remamos e dizemos "Ro".

A única semelhança são, na verdade, as duas batidas de tambor. A Islândia não tem o direito exclusivo a duas batidas de tambor; muitos outros países também as utilizam. Torcedores e jogadores da Noruega "remam" após vitória Entenda a remada viking O sucesso da seleção da Noruega no início da Copa do Mundo rompeu as quatro linhas dos gramados norte-americanos e invadiu as ruas, as redes sociais e até as instituições políticas.

Embalada por uma estreia com goleada por 4 a 1 sobre o Iraque, a torcida nórdica transformou a celebração das arquibancadas em uma comemoração que extrapola o estádio graças à "remada viking".