Nas imensas pastagens da Mongólia Interior, no norte da China, agricultores estão colhendo belas batatas ao lado de novos vizinhos: enormes blocos retangulares que alimentam as plataformas chinesas de inteligência artificial (IA).

Velocidade chinesa

A região de Ulanqab, com suas estepes e vulcões, é uma fronteira digital improvável. Centenas de trabalhadores, com seus capacetes amarelos, carregam equipamentos pesados para o local da construção, enquanto o soldador lança faíscas dos andaimes de metal.

A inteligência artificial está no centro da competição entre a China e os Estados Unidos. Para isso, o poder de computação dos data centers da região é fundamental.

Talentos e oportunidades

A China não está apenas construindo a infraestrutura. O país também está criando um conjunto de talentos. Jovens engenheiros e pesquisadores, agora, observam o país como um local repleto de oportunidades, em parte, devido às tensões com os Estados Unidos e às restrições à imigração impostas por Donald Trump.