Em Chile, 500 policiais estão envolvidos em uma operação contra uma organização de pacientes que conta com 16.000 membros, segundo informes oficiais. A ação foi iniciada em resposta a denúncias sobre o uso de cannabis medicinal, embora o governo tenha afirmado que não há evidência de tráfico.

O que está em jogo

A entidade, que se autodenomina como organização de apoio aos pacientes, atua como intermediária entre usuários e profissionais de saúde. Segundo fontes do governo, o grupo promove o uso de cannabis como alternativa terapêutica para doenças crônicas, como fibromialgia e epilepsia.

Reações e contextos

O Ministério da Saúde chileno não confirmou a existência de atividades ilícitas, mas destacou que a operação é parte de um esforço de fiscalização de atividades relacionadas ao uso de substâncias psicoativas. O grupo não foi formalmente acusado de crimes, mas está sob análise por autoridades competentes.