O sistema de condução autônoma da Tesla, conhecido como Full Self-Driving (FSD), está sob crescente escrutínio após um acidente fatal em Texas. A colisão, que resultou na morte de uma mulher de 76 anos, chamou a atenção nacional, principalmente porque o motorista afirmou que o sistema Autopilot estava ativado no momento do incidente.
No entanto, Ashok Elluswamy, vice-presidente de software de IA da Tesla, contestou essa narrativa. Em uma postagem na plataforma X, Elluswamy afirmou que o motorista havia desativado o sistema de direção autônoma ao acelerar ao máximo em uma área residencial.
As investigações do acidente foram iniciadas pela Administração Nacional de Segurança no Tráfego Rodoviário (NHTSA) e pelo Conselho Nacional de Segurança no Transporte (NTSB). A situação é ainda mais complexa, pois a Tesla também chegou a um acordo em um processo relacionado a outro acidente fatal envolvendo o FSD, que está sob análise para avaliar a capacidade do sistema em lidar com condições de visibilidade reduzida, como neblina e ofuscamento solar.
Além disso, a Tesla está se posicionando como uma empresa de inteligência artificial e robótica, e o FSD é atualmente seu produto mais visível e gerador de receita.
Movimentações no Setor de Mobilidade Autônoma
Em outras notícias do setor, a Waymo, que está expandindo sua frota de robôs táxis, firmou um contrato com a Zeekr, parte do grupo Geely, para fornecer veículos elétricos específicos para esse fim. Uma pesquisa indica que a Waymo está prevista para importar cerca de 3.156 veículos para os Estados Unidos este ano.
Enquanto isso, a Aseon Labs, uma startup do Vale do Silício, arrecadou US$ 10 milhões para desenvolver pods móveis que inspecionam e carregam robôs táxis, destacando o contínuo avanço e investimento em tecnologias de mobilidade autônoma.
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