Ativista de cannabis medicinal é acusada de tráfico e falsificação de medicamento; defesa vê perseguição

Nesta semana, uma ativista de cannabis medicinal foi acusada de tráfico de substâncias controladas e falsificação de medicamento. A defesa da ativista argumenta que a ação judicial representa uma perseguição injusta.

A ativista, identificada apenas como Maria Silva, foi detida durante uma operação policial realizada em São Paulo. Segundo a polícia, foram encontrados na residência dela plantas de cannabis e produtos relacionados ao uso medicinal da planta.

A defesa de Maria Silva afirma que a ativista é uma defensora do uso medicinal da cannabis e que a ação judicial visa prejudicar seu trabalho. “Maria Silva é uma ativista dedicada ao movimento pela legalização da cannabis medicinal e sua ação é vista como uma perseguição injusta”, afirmou o advogado da defesa, João Almeida.