O crescimento das cidades e a preservação do meio ambiente urbano colocam a gestão das áreas verdes no centro dos debates sobre a qualidade de vida em Goiânia. Com quase 93 anos, especialistas entrevistados pelo Jornal Opção apontam que, embora a capital goiana conte com leis modernas e o título de uma das cidades mais arborizadas do país, os desafios para manter esse patrimônio ambiental envolvem o combate ao avanço imobiliário desordenado, a priorização do transporte individual e a necessidade de políticas públicas permanentes de reflorestamento. Ao Jornal Opção , a arquiteta e urbanista Maria Ester afirmou que a manutenção dos títulos e do estatuto ambiental de Goiânia apoia-se num arcabouço legislativo moderno e estruturado.

A cidade conta com um Plano Diretor de Arborização, um Plano Diretor municipal, leis correlatas e centenas de decretos de parques. Maria Ester, arquiteta e urbanista | Foto: Divulgação Ela disse essa estrutura normativa permite ao município sustentabilidade e preservação. “Consegue sim, mesmo com o crescimento urbano, sustentar, obviamente desde que essas políticas públicas sejam executadas”, afirma.

A presença e expansão das áreas verdes urbanas trazem impactos diretos e imediatos para o quotidiano da população. A vegetação e o plantio de árvores no entorno dos bairros atuam como reguladores térmicos e filtros ecológicos. “Uma massa verde impacta um microclima local principalmente.