Aos 22 anos, jovem brasileira cuida de 60 cães e gatos e acumulou R$ 34 mil em dívidas para erguer um abrigo no interior do Brasil Entre resgates, campanhas e idas ao veterinárias, jovem tenta transformar rotina de cuidado com cães e gatos em adoção responsável A rotina de Laura Camily Rockenbach Marques começa muito antes de um animal encontrar um novo lar. Aos 22 anos, a personal trainer de Sinop, em Mato Grosso, divide os dias entre alunos, clínicas veterinárias, campanhas de doação e os cuidados com cerca de 60 cães e gatos resgatados. Segundo o Primeira Página, Laura atua de forma independente há quatro anos no acolhimento de animais vítimas de abandono, doenças e maus-tratos.
Hoje, os bichos ficam divididos entre uma casa na cidade, onde estão cerca de 30 cães, e uma chácara, que abriga outros 30 gatos. Cuidado que virou missão O trabalho começou com ajudas pontuais, mas cresceu conforme novos casos chegaram até ela. Entre consultas, medicações, limpeza dos espaços e busca por adotantes, a jovem passou a sustentar uma estrutura improvisada quase sozinha.
- USP abre, em julho, vagas de pós-graduação gratuitas que pagam bolsa de R$ 4.106 por mês; veja como se inscrever - Técnicos em refrigeração concordam: qual é a frequência ideal para limpar a parte traseira da geladeira e como fazer isso corretamente - Com mais de 2 mil anos, cidade submersa ligada ao Egito Antigo é encontrada na baía de Abu Qir, em Alexandria Um dos casos mais sensíveis é o da cadela Nala, resgatada no ano passado e tratada de um câncer. Mesmo recuperada, ela ainda aguarda uma família definitiva. Dívida e sonho de abrigo O maior obstáculo agora é financeiro.
Laura acumula aproximadamente R$ 34 mil em dívidas, sendo R$ 29 mil com clínica veterinária e R$ 5 mil com alimentação dos animais. Os valores incluem internações, cirurgias, exames, tratamentos e ração. Para tentar manter o trabalho, ela organiza rifas, bazares, campanhas e eventos solidários.
A meta é erguer um abrigo estruturado, voltado à recuperação dos animais e à adoção responsável. O projeto também prevê ações educativas em escolas e comunidades. A ideia é discutir abandono, castração, cuidados básicos e respeito aos animais.
No Brasil, maus-tratos contra cães e gatos podem levar a pena de dois a cinco anos de reclusão, além de multa e proibição da guarda, conforme a Lei nº 14.064/2020. Siga o Portal 6 no Google News e fique por dentro de tudo!
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