Sábados e domingos de outubro significam apenas uma coisa: futebol. Como fã dos New York Giants, estou ansioso para ver a performance de Jaxson Dart, o jovem quarterback, e Malik Nabers, o jovem wide receiver, na próxima temporada. No entanto, estou preocupado com o custo potencial para muitos jogadores que eu apoio e contraio.

Riscos associados ao futebol

Ao longo dos últimos anos, estudos mostraram que cerca de 25% dos ex-jogadores que morreram entre 2016 e 2021 tinham esclerose encefálica crônica (CTE), uma doença degenerativa que frequentemente leva à demência e suicídio. Este número pode ser ainda mais alto, pois depende de doações de cérebros por parte dos atletas ou suas famílias.

Embora eu já conhecesse os riscos da CTE há cerca de vinte anos, isso não impediu minha paixão pelo esporte. Entretanto, agora, com a aproximação dos 70 anos, percebo os custos de maneira diferente.

Conversas com especialistas

Para entender melhor, conversei com Bill Courtney, um ex-treinador de futebol e autor de 'Undefeated', e Everson Walls, um ex-jogador dos New York Giants. Courtney expressa preocupações sobre a segurança do jogo, sugerindo mudanças como proibir a utilização de capacetes e proteínas em crianças até sexto ano.