A Agência de Controle Geral dos Estados Unidos (GAO) divulgou um relatório que critica os procedimentos atuais de classificação de substâncias adotados pelas agências federais, incluindo o Departamento de Controle de Entorpecentes (DEA) e o Serviço de Alimentos e Medicamentos (FDA), na avaliação da cannabis medicinal.

Procedimentos incompletos

O relatório destaca que, embora as agências tenham políticas que abordam aspectos do processo de classificação, estas apresentam lacunas significativas. Por exemplo, o DEA não possui políticas detalhadas sobre como seus funcionários devem conduzir avaliações ou classificar substâncias. Além disso, o FDA carece de diretrizes claras sobre como realizar análises e desenvolver recomendações de classificação.

Riscos de inconsistência

A GAO alerta que essas lacunas podem colocar em risco a consistência das operações futuras das agências, especialmente em caso de mudanças no quadro administrativo ou perda de conhecimento institucional. O relatório sugere que a falta de políticas detalhadas pode levar a inconsistências na classificação de substâncias, como a cannabis medicinal.